EDUCA DTN - VE
Sobre o Projeto
A iniciativa, proposta pelo Conselho Nacional de Secretarias municipais de Saúde (CONASEMS) em parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e executada pela Beneficência Portuguesa de São Paulo (BP) no âmbito do PROADI-SUS, visa oferecer formação técnica para trabalhadores e gestores do Sistema Único de Saúde (SUS), ampliando seu raciocínio epidemiológico e fortalecendo estratégias para enfrentamento das doenças tropicais negligenciadas (DTNs) em eliminação no Brasil, como hanseníase, tracoma, oncocercose, esquistossomose e geo-helmintíases, além de zoonoses e doenças infecciosas prevalentes, como arboviroses, malária, Covid-19 e síndromes gripais. O projeto está estruturado em trilhas de aprendizagem que incluem modalidades interativas, assíncronas e colaborativas nos territórios, distribuídas em módulos educacionais. Os conteúdos abrangem dez eixos temáticos que abordam conceitos introdutórios, imunização, vigilância em saúde, doenças específicas, planejamento estratégico situacional e avaliação da situação de saúde, com atividades presenciais, produção de boletins epidemiológicos e relatos de experiência desenvolvidos de maneira colaborativa nos territórios.
Descritores de saúde
Vigência
2025 - 2026
Tipo
Prioritário
Valor
R$ 17.891.093,00
Objetivos geral e específicos
Ofertar por meio de uma iniciativa educacional a formação técnica de trabalhadores e gestores do SUS, com o objetivo de ampliar o raciocínio epidemiológico e apoiar o fortalecimento das estratégias para o enfrentamento das doenças tropicais negligenciadas (DTN) e em eliminação no Brasil (hanseníase, tracoma, oncocercose, esquistossomose e geo-helmintíases), zoonoses (Leishmaniose, Acidentes por Animais Peçonhentos e Raiva e, promover a formação técnica de doenças infecciosas prevalentes, em especial, arboviroses, Malária, Covid-19, síndromes gripais. E apoiar à gestão da Amazônia Legal para transmitir informações de vigilância popular e participativa em saúde.
Objetivos específicos: 1) Construir e avaliar os Macroproblemas no âmbito da Vigilância em Saúde vinculados as necessidades de educação e gestão do DEDT da SVSA/MS; 2) Promover a qualificação técnica e fortalecer os processos de imunização dos profissionais de saúde de estados, macrorregiões e municípios brasileiros, ampliando o raciocínio epidemiológico das equipes de vigilância, de atenção primária e de gestão para o enfrentamento das doenças tropicais negligenciadas (DTN) e em eliminação no Brasil (hanseníase, tracoma, oncocercose, esquistossomose e geo-helmintíases), zoonoses (Leishmaniose, Acidentes por Animais Peçonhentos e Raiva e, promover a formação técnica de doenças infecciosas prevalentes, em especial, arboviroses, malária, Covid-19, síndromes gripais. Apoiar à gestão da Amazônia Legal, através de um Painel Online, para transmitir informações de vigilância popular e participativa em saúde, com o intuito de comunicar e georreferenciar, especialmente para focos de doenças transmissíveis de veiculação hídrica, alimentar e/ou zoonótica, nas comunidades afetadas pelos desastres/emergências climáticas.
Método
A metodologia do projeto foi configurada para capacitar trabalhadores e gestores do SUS por meio ações educacionais híbridas, que combinam atividades de Ensino a Distância (EaD), tanto síncronas quanto assíncronas, com encontros presenciais previamente agendados. Essa combinação oferece flexibilidade e ao mesmo tempo assegura a interação e a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos nos territórios, garantindo a produção de produtos locais e regionais que serão apresentados nas etapas finais do curso. A capacitação ocorre por meio de trilhas educacionais distribuídas em três modalidades: interativa com atividades em EaD, atividades assíncronas complementadas por atividades presenciais nos territórios e metodologias ativas de ensino-aprendizagem, focando na produção de boletins epidemiológicos e relatos de experiências para aplicação prática dos conteúdos. A carga horária prevista é de 60 a 120 horas distribuídas ao longo de três a seis meses, com módulos obrigatórios e optativos voltados para o planejamento estratégico situacional, vigilância epidemiológica, estratégias de imunização e enfrentamento das DTNs. O projeto também inclui uma avaliação situacional nos territórios, utilizada como base para a elaboração de boletins epidemiológicos ou relatos de experiências, incentivando a aplicação prática dos conhecimentos em epidemiologia. Esta avaliação situacional é acompanhada por profissionais especializados que orientam os gestores de aprendizagem e facilitadores educacionais, fortalecendo a resposta coordenada para identificação, notificação, investigação dos agravos e estratégias de imunização. A metodologia faz uso de ferramentas de planejamento estratégico situacional para mapeamento e análise de cenários dos territórios, abordando a tomada de decisões e implementação das ações de vigilância de forma contextualizada. O conteúdo do Plano de Trabalho e o valor total referem-se à primeira versão do projeto aprovada no ato do extrato disponível em tela do Diário Oficial da União (DOU), admitindo-se atualizações posteriores.